Twitter

Mostrando postagens com marcador cultura. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador cultura. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Por que Kurt? Por que Grunge? Por que não o Fim?


Quantas vezes nos fazemos perguntas que parecem não ter nenhum sentido para a maioria, mas que apenas uma resposta resolveria um "bocado" de coisas que andam por ai precisando de solução. Só que questionar cansa muito, e todos chegamos a um ponto em que é bem melhor simplesmente "viver".
E uma das muitas perguntas que me farei e, indiretamente, à vocês também durante esse texto, é se nós realmente sabemos de onde surgem as coisas que usamos, ouvimos, engolimos, e repassamos uns aos outros. Concepções, idéias, visões, estilos, tudo isso que acreditamos ter muito bem formulado em nossas vidinhas pode simplesmente ter sido fruto de um monte de especulações e rótulos. Chegamos a eles, os rótulos; aqueles que são muito mais que uma marca numa garrafa PET, são um peso. E criar um rótulo será que é uma tarefa fácil? E ser um deles?
Hoje na aula de fotojornalismo assistindo ao documentário HYPE! de Doug Pray, pude ver de forma "explícita" como tudo vem sendo desconstruído. Já não é a primeira vez que observo "coisas" que tinham um carácter pessoal, que partem de uma identidade se tornarem produtos dessa sociedade sem personalidade. Quando me refiro a essa sociedade, falo de mim também e de toda a minha geração nascida mais ou menos em 90 que não sabe criar absolutamente nada, e que é covarde demais para brigar por seus interesses e se sente ousada, IN, na moda, parte de um grupo quando compra uma camisa de flanela xadrez, toca guitarra, e fuma na night. Não estou aqui dizendo que não podemos nos inspirar em ídolos, mas que primeiro precisamos saber o que "aquele" cara, ou, aquela mulher  queria com suas atitudes, não dá pra ir ao shopping e achar que comprou as idéias do Kurt e a atitude de Janis Joplin  só porque suas nova aquisição é um jeans surrado. Alias, quem disse que você não pode ser fã dos caras sem usar a tal camisa, o jeans, beber, e curtir drogas? Será que eles em algum momento sonharam em encontrar por ai um monte de cópias suas? Você não sentiria como se que alguém tivesse roubado seu DNA e vendido como bala em alguma esquina?
Acho que o movimento nomeado por nós como "GRUNGE", da onde veio Nirvana e Pearl Jam, , é o último a ser esmagado pela massificação de suas características tão próprias. E que a tristeza dos seus reais seguidores é causada pela perda da principal meta do movimento; a diversão da juventude rebelde.
No filme de Doug, vemos vários depoimentos dos moradores de Seattle e de precursores dessa cena musical que lamentam a valorização errada da cidade e de sua música. Tudo ficou restrito ao grunge, Seattle não representa mais nada e as cidades menores ao redor nem são citadas na grande imprensa. Seattle é uma grande marca, e seus habitantes vivem presos a um estereótipo que se estende por todo o mundo não de forma ideológica, mas consumidora de todos os símbolos que prometem aproximar, ou, levar de volta a um passado que pertenceu e construiu aquele grupo. Tudo é transformado em consumo, dependendo do público encontramos formas de reviver, estéticamente, o Elvis, Kurt, John, e os mais diversos ícones. A gente escolhe uma loja e os compramos, estampamos seus rostos em camisas e achamos que a dor, e a felicidade deles é a nossa também.
A grande questão é como o ser "reproduzido" encara tudo isso, e se em algum momento prentendia tamanha exposição com sua arte que mais estava para um válvula de escape rebelde. O sentimento que o filme me passou é o da tristeza, frustração, e saudade daquilo que havia sido criado por e para eles, e não para ser tema de editorial de moda constantemente. As pessoas que viveram aquela época são nostálgicas, nós que nos vestimos inspirados nela somos "invejosos," e dominados pela preguiça que nos diz a todo tempo ser bem mais fácil viver o Outono/Invernos grunge e o Primavera/Verão hippie do que ser realmente alguma desssas vertentes, ou, criar algo original.
E tudo isso que parece um Blah, blah, blah cheio de caminhos para ser explorados que me faz pensar nos motivos que levaram Kurt Cobain a se matar. Imaginem sua vida serndo invadida do nada, tudo que você faz influencia milhões de pessoas, sendo que por vezes você mesmo considera tudo isso errado, e que não são mais os amigos bêbados que conhece desde a infância que estão por perto, são aqueles que vêem apenas dinheiro escrito na sua testa.
Kurt, não era um artista montado que deseja cada uma dessas coisas, era um garoto que que escolheu fazer a música mais barulhenta para ver se essa abafafa as angústias de sua alma confusa. Depois disso  acredito entender o porque do Kurt tem tido um fim, e o tal grunge não. Existem coisas que não são coisa, são seres humanos que pressionados podem não resistir até a próxima estação/coleção.


" (...)here, we are now, entertain us
I feel stupid, and contagious."



Essa você pode comprar e aproveitar que o ano de 2010 é do inverno grunge. E os próximos anos também serão.


Espero ter conseguido ser clara, mas a intenção era apenas escrever, escrever, e talvez conseguir explicar o que passei tanto tempo sem ver.  E você o que vê disso tudo? 


Beijos, 
Giuline.

sábado, 1 de maio de 2010

Une Reine

Especial do dia 
Diva, eterna, e um look inspirado nela fez o maior sucesso na minha página do Looklet. B. Bardot arrasa e quando eu crescer quero ser igual a ela. rs

Bisous,
Giuline,

Links: 
Para ver os itens do look -------> Looklet - Look: Bardot
Ouça uma música fofa da B.Bardot em um comercial dirigido por Sophia Coppola
http://www.youtube.com/watch?v=P1OIMdoi8tg&playnext_from=TL&videos=zhepBq8u0yQ

domingo, 25 de abril de 2010

Monange Dream Fashion Tour - O show do JOTA Quest


A edição carioca do grande evento de "moda" da América Latina, na verdade foi um show bem maneeiro do Jota Quest. Além do Rogério Flausino cantando a música mais deprê da minha vida no dia do seu aniversário, o Monange Dream Fashion Tour no Rio teve o diferencial solidário. Não houve venda de ingressos e os convidados tinham o "dever cívico" de doar em prol das vítimas das chuvas. Fazendo um balanço geral, e final, posso dizer que gostei da idéia a lá Victoria's Secret, e de ver modelos tão cotadas internacionalmente participando de um evento em seu país. Mas, de moda não tem nada, a localização escolhida para o Rio também não foi das melhores, e eu ainda não entendi qual é o público alvo.  Enfim, eu apostaria numa performance mais longa da Xuxa, limitaria o espaço da banda durante o desfile das modelos porque eles complicaram a vida delas em vários momentos, e nos estados em que ingressos forem vendidos o preço deve ser repensado de acordo com o que o evento realmente é.
PS:  Povo da moda nem se anime em ir caso não curtam o Jota*.

O meu comportamento egoísta O seu temperamento difícil Você me achava meio esquisito E eu te achava tão chata Eh!..."  


Xoxo. 8

sexta-feira, 12 de junho de 2009


NÃO PERCAM! TUDO SOBRE A SEMANA MAIS FASHION DO RIO DE JANEIRO NO BLOG www.minhaetiqueta.blogspot.com/

Aventuras de uma novata no centro da moda brasileira.