Hoje eu quis mudar. Mudar de nome, de cabelo, de pele ... mudar de mim. Mudar por mim. Mas não pude te esquecer. Se não o deixo, não mudo. Fico muda. Espero você mudar daqui (...) de mim.
10 dias, dez palavras, dois nomes, e você.
10 dias, dez noites, um sonho, e você.
10 dias, um amor, uma dor, e você.
10 dias, uma mulher, um desejo, dezenas de lágrimas, e você.
Passei o último mês construindo uma idéia em cima de 10 palavras obrigatórias, e o resultado foi um texto que poderia ter sido melhor mas que mesmo não tendo sido fez com que sentisse orgulho de mim. Não vou fazer a chata explicando detalhes do concurso, para quem se interessar o site abaixo informa em que consiste o SLAM. http://www.sr2.uerj.br/sr2/dci/Divulgacao.htm#ob34 Agora, vamos ao meu texto! Ele fala da vida, e da relação das pessoas com ela.
Enchantée, je suis Zoé
Je suis Zoé,
Je suis partout,
Pour certains un esprit baladeur.
Un vent léger , voire éphémère
Je ne suis pas facile, ni sans contrepartie
Je suis donnée par Dieu
à tous ceux qui ont un destin.
Ne croyez pourtant pas que je sois un châtiment divin,
J’avoue que je ne suis pas non plus un acquis
Serais- je donc le cheval de Troie
envoyé par le mentorsuprême ?
Non, non... lui, il me prend pour un don.
Fetée à mon arrivée, je suis perçue comme un cadeau.
Mais en demandant quelque chose de plus
je deviens un fardeau,
prêt à escagasser et qu’on a envie d’abandonner
Pourtant assez mobile,
Je suis une metamorphose,
parfois je ne suis que paix et bonheur,
parfois chaos et douleur.
Il y a ceux qui font de moi une immense galère.
irréfléchie, sans lisières
Je ne sais pas ce qui est préférable
Je sais que mon poids est réel
et celui qui le porte en a bien le mérite.
Je suis toujours la même et unique pour chaque être
Que dans son effort pour prendre soin de sa variante
No dia da Terra um look inteirinho com peças da estilista Stella McCartney. Ela é atualmente um dos principais nomes da moda Britânica, também é reconhecida como ativista ecológica por trazer para sua moda uma atitude eco-friendly.
Em 25 de junho de 2009, o mundo chora a morte do Rei do Pop. Michael Jackson morreu aos 50 anos de uma parada cardio respiratória em LA, e todos os olhares se voltaram mais uma vez para sua vida. Nesse caso, para o fim dela. Com uma historia marcada por muitos escândalos, o cantor demonstrava ser muito exagerado e insatisfeito consigo. Acusações de abuso infantil, desequilíbrio emocional, decadência financeira, e tantos outros fatores devem ter contribuído para que o coração de Jackson enfraquecesse.
Um menino que cresceu diante das câmeras, Michael sempre teve problemas em aceitar sua raça, origem e principalmente lidar com as criticas que lhe eram feitas. Problemático, como a maioria dos jovens que expõem suas imagens muito cedo, o caçula dos Jackson Five surtou. E de tanta loucura, adoeceu. Mutilou-se, quis ser outro alguém, enquanto todos queriam exatamente aquele Michael, dono de uma voz tão bonita que um dia emocionou o mundo cantando ao lado dos irmãos, e balançou gerações com seus hits animados.
Enfim, a trajetória do maior ícone da musica pop para por aqui. Talvez, com a morte de Michael Jackson saibamos realmente as verdades sobre sua nada fácil vida. O sucesso foi a gloria, mas também o distúrbio para o pequeno garoto de Gary, Indiana (EUA).
“(…)you're always running here and there(Here and there)
You feel you're not wanted anywhere” Ben- Michael Jackson
Nós somos como árvores, e temos raízes tão antigas que de uma hora para a outra, nos damos conta do tamanho da importância delas em nas nossas vidas. Pensando nisso, eu pude compreender o motivo da minha identificação com um nome tão distante, e ao mesmo tempo tão próximo de mim. O da minha bisa-avó, Sra. Maria D'Amato Bruno. Há algum tempo, eu venho questionando o fato de termos que "carregar" a vida inteira algum sobrenome que nem mesmo "estéticamente" nos agradam. Sem citar, o fato de que muitas vezes esses nos assimilam à pessoas que marcaram de maneira negativa a nossa passagem por aqui. Voltando à minha bisa-avó, eu a encontrei apenas em um documento antigo do meu avô, o qual também nem cheguei a conhecer, e percebi que o sobrenome dela fora perdido com o tempo, pois, na época os filhos eram apenas registrados com o nome do pai. Portanto, para resgatar o nome dela, que só me desperta um sentimento "bom" de tristeza e curiosidade por não tê-la conhecido, eu irei aderir profissionalmente o D'Amato. E no futuro, meus filhos receberão o mesmo sobrenome. Espero que os agrade. Mas, caso isso não aconteça, desejo que outro agrade e eles possam também se identificar e escolher.
Beijos. Giuline Vitória D'Amato
obs:a foto não é referente à minha história. Mas, são imigrantes italianos como a minha avó. Ah, e eu também não estou com problemas com a minha AMADA mãe. rs* Ela apoiou a idéia!
sexta-feira, 12 de junho de 2009
NÃO PERCAM! TUDO SOBRE A SEMANA MAIS FASHION DO RIO DE JANEIRO NO BLOG www.minhaetiqueta.blogspot.com/
Aventuras de uma novata no centro da moda brasileira.
Há alguns anos uma mulher tornou-se louca. E sua loucura contagiou todos a sua volta, despertando os instintos mais primitivos e destrutivos que uma pessoa pode ter. Quanto mais angústia causava, mais feliz a Louca ficava. Todos os que permaneciam seguros de suas próprias vidas eram denegridos, ameaçados e considerados loucos por ela. Para a Louca, não bastava toda a destruição já feita, tinha que ser uma destruição total. Ela estudou, praticou e atingiu a perfeição da maldade. Maldade essa que ela acreditava ser o maior dos dons. A Louca não se sentia qualquer uma, ela era a maior e nada seria capaz de deté-la. Por muito tempo ela manteve o monopólio da desgraça coletiva. Mas, a Louca não contava com este encontro; o da Louca com a Maluca. A antipatia foi instantânea, o reconhecimento era tão assustador que elas se repeliam, e tentavam provar ao mundo quem era a melhor. Nenhuma delas cedia, e o conflito aumentava. Por dias uma era a vítima, em outros as duas eram simplesmente malignas. Se perdiam em seus planos cinematográficos, envolviam almas fracas de espírito e mendigas de amor nos seus conflitos pessoais. A Louca e a Maluca, continuam se degladiando. Porém, há quem acredite que esse encontro foi a melhor das soluções para a humanidade. Pois, agora que elas estão concentradas uma na outra, os pobre mortais, desprovidos de uma imaginação tão fértil e esquizofrênica, podem enfim seguir a vida em paz. Portanto, independente de quem vença essa guerra insana de seres cruéis, o importante é nos mantermos vivos e distintos. Que os ruins se arruínem, e os bons se unam!
Felizes são aqueles que jamais ouviram uma história como essa. Conhece algum piscicopata? Não? Que sorte a sua, já que o mundo da cheio deles.
O evento de moda mais esperado do Rio de Janeiro está de "cara" nova. A novidade é o organizador Paulo Borges, que promete inovar a cena fashion carioca, e conta que haverá mudanças visando qualidade e conteúdo para que se obtenha um melhor resultado a longo prazo. Mas, afirma que com a sinergia da SPFW e do Fashion Rio, não haverá cortes da mão de obra carioca. O grande objetivo desta nova fase para a semana de moda carioca é racionalizar os gastos para atrair mais parceiros. Pois, junto ao Fashion Rio acontece a mais expressiva bolsa de negócios do segmento da moda. A 15ª edição do Fashion Rio será realizada de 5 a 10 de junho no Píer Mauá,um dos mais belos locais do Rio de Janeiro. A data foi alterada para não coincidir com o feriado de Corpus Christi, no dia 11 de junho. O Píer Mauá, no Porto do Rio Janeiro, faz parte do projeto de revitalização da área, em uma parceria pública com empresas privadas. Realizar no local eventos culturais diferenciados e, especialmente, um do porte do Fashion Rio, com repercussão internacional, faz parte de um movimento mundial de revitalização de áreas portuárias, integrando-as à vida das cidades. Em sua primeira edição desde entrada de Paulo Borges, diretor geral do São Paulo Fashion Week, na direção do evento, o Fashion Rio apresentará as coleções de 30 marcas, contra 41 no verão 2009. Os desfiles de novos talentos dentro do prêmio Rio Moda Hype deixaram o lineup oficial e serão apresentados no dia 5 de junho, após coletiva inaugural para a imprensa. Serão mostradas criações de 12 estilistas, separadas em duas apresentações.
Programação 15ª edição do Fashion Rio
Dia 6 de junho, sábado- 16h Maria Bonita Extra/17h Cavendish/18h Melk Z-Da/19h30 Salinas/20h30 Claudia Simões/ 21h30 Printing Dia 7 de junho, domingo-16h Acquastudio/17h30 Mara Mac/19h Teça/20h Graça Ottoni/21h30 TNG Dia 8 de junho, segunda-feira- 12h Auslander/16h Apoena/17h Cantão/18h Victor Dzenk/19h Luiza Bonadiman/20h30 Carlos Tufvesson/21h30 Coven Dia 9 de junho, terça-feira -16h Walter Rodrigues/17h Luciano Canale para Sta. Ephigênia/18h Alessa/19h30 Lenny/20h30 Giulia Borges/21h30 Tessuti Dia 10 de junho, quarta-feira 16h Juliana Jabour 17h Filhas de Gaia 18h Totem 19h Espaço Fashion 20h Francisca 21h30 Redley
Querido leitor, não sei a sensação de vocês, mas, a minha é de ansiedade pura. Estou sofrendo por antecipação caso não consiga ir a esse superevento.
"Com 15 anos, filho de Mussum vai ser pai, diz jornal Mãe do ator não sabia que filho estava tendo relações com a namorada"
Não há absolutamente nada de novo no fato de um rapaz de 15 anos ser o próximo papai de 2009. O que atraiu a minha atenção nessa notícia, foi a declaração da mãe do atormirim de que não sabia que ele mantinha relações sexuais. Muitos devem estar questionando o motivo do meu alarde, uma vez que, jovens escondem seus assuntos pessoais do pais o tempo todo. Porém, eu tenho uma explicação plausível para isso. O meu espanto vem de uma longa análise que faço leigamente sobre o quanto os pais NÃO QUEREM notar as lacunas que existem na vida dos filhos. Os pais só precisam se certificarem de que seus filhotes são saudáveis e aparentemente felizes, no mais, o que fica subentendido não é um esforço tão válido. Filhos dão sinais do que fazer ou o que pretendem fazer. Não estou dizendo que todos os pais não tentam uma melhor aproximação, pois, reconheço que existem jovens bastante complicados. Só precisava por uma "pulga atrás da orelha" de quem não repara nos seus pimpolhos, e depois se abstem de qualquer culpa sobre as ações dele. "Não sabia de nada, ele nunca me contou que roubava" - mãe de um menor infrator Óbvio que ele jamais contaria, mas, da onde ela achava que ele trazia o dinheiro?
O que a mãe do Mussunzinho pensava que ele fazia com a namorada dois anos mais velha trancado no quarto? Se liga minha gente !
Não sabemos qual é a dor sentida ao nascer. Nem se há realmente dor. Mas, a fragilidade de um recém-nascido é tão ambígua à todas as etapas que ele possivelmente irá ter que enfrentar. A caixinha protetora que o envolvia foi violada, e agora só resta chorar para questionar. Não saber falar, o limita de todos os pensamentos importantes que alguém pode ter ao chegar neste mundo. Infelizmente, nos esquecemos dessa fase. Lembranças da época em que éramos "miniaturas" desenvolvidas, são substituídas por uma ansiedade em crescer. E quando nos tornamos adultos, não há mais a euforia de evolução. O que desejamos mesmo é poder regredir ao útero materno e aproveitar cada minuto de proteção. Pois, sabemos que aqui do lado de fora estamos tão nus de segurança, quanto estávamos de roupa ao nascer.
A imagem a cima é de três meninos que eu pude conhecer em um jogo de futebol. Jovens que tentavam se pendurar nos ferros da arquibancada, mas, o tamanho não os permitia alcançar. O que mais não está ao alcance desses garotos?
Persistiram, e dois conseguiram subir no local mais desejado, e assim poder observar seus ídolos (exemplos) de mais perto. Só que o menor, que carrega a mochila, ficou de fora observando. Parei cinco minutos, virei para ele e perguntei: “você quer subir ali?”. Rapidamente ele me respondeu que sim. Então, entreguei a mochila dele para meu irmão segurar, o peguei no colo e o coloquei aonde queria. Mas, não sai de perto com medo de que ele caísse.
Os policiais chegaram e os tiraram de lá, mais uma vez, os outros foram mais rápidos, e eu pedi calma para que menor pudesse sair sem causar algum acidente. Ele desceu cabisbaixo, e não esqueceu de insultar o guarda. Disse-me; tchau tia! E correu para outro ferro, buscando uma melhor visão do que, talvez, o faça mais feliz.
O futebol é um esporte democrático, pois, mesmo não conhecendo os nomes dos modernos games, aqueles meninos conheciam o time do Flamengo todo. E apoiavam com entusiasmo, fixados em um possível sonho, aplaudiam os jogadores como a si mesmos. Não pretendem ser engenheiros ambientais, técnicos de informática, o maior desejo mesmo, é o de ser jogador de futebol. Não conseguem se quer comprar a camisa do time, mas, vestem o coração com suas cores. São crianças que na sua pequenez, oferecem tudo que podem. E o que recebem em troca? Sonhos frustrados por uma falta de habilidade com a bola, ou, por um ambiente que os leva a caminhos menos gloriosos, uma vida toda levada a margem de uma sociedade cheia de muralhas.
A violência é algo real, mas, a pior consequência dela não são as mortes em si. Mas, o medo que passamos a ter do outro, ser humano como nós. A linguagem dos meninos, o comportamento com os policiais, e a audácia em querer, como eles disseram, “trepar no ferro”, trouxeram olhares repulsivos a minha comunicação com eles. Não porque eu seja fraca demais diante três crianças, mas, porque não são vistos mais como garotinhos. Aos olhos de uma sociedade aterrorizada, eles representam perigo, e sabem disso. Portanto, são agressivos para não serem atacados. No fim, são só garotos.
No último domingo, aqui no RJ, aconteceu uma passeata com o intuíto de incluir jovens com síndrome de down no sistema de ensino normal. Uma das responsáveis pelo movimento disse, ao portal G1, que ainda há escolas que não aceitam alunos com Síndrome de Down ou que cobram uma taxa extra para aceitá-los, o que é ilegal. “Existem muitos casos assim, mas o problema é que as pessoas não cobram os seus direitos, elas preferem procurar outra escola”. Segundo a federação, nascem no Brasil aproximadamente 8 mil pessoas com a síndrome por ano. A exclusão é antiga, mas, inúmeros mitos sobre a capacidade de aprendizagem das pessoas que teem a síndrome já foram quebrados. Em pleno século XXI é de se chocar que ainda há esse tipo de preconceito. Alias, estranho é ainda termos qualquer tipo numa sociedade tão desenvolvida. Para finalizar, a frase de um dos manifestantes que sintetiza bem a idéia aqui apresentada. “O ideal é que não houvesse exclusão. Se não existisse preconceito, não precisaria de passeata pela inclusão”
Ontem, por volta das 15h, foi decretada a morte cerebral do estilista e ícone da televisão ClodovilHernandez. Provavelmente, o assunto vai ser saturado na mídia e ouviremos por toda a semana a história de vida do Clô(para os íntimos). Mas, o meu intuído neste texto de hoje não é contar a trajetória do consagrado estilista e Deputado Federal mais votado de SP, e sim refletir sobre o que o levou a morrer só.
Clô, era o típico super sincero. Durante seus 71 anos, galgou em prol da verdade, consigo mesmo e com os demais. Assumiu sua opção sexual, numa época em que o direito de escolha era muito mais escasso do que hoje, e não economizava palavras na hora de dizer o que pensava sobre esse ou aquele individuo.
Não se preocupava em agradar ninguém, além de si mesmo. Muitas vezes, falava o que todos gostaríamos de dizer, em outras, exagerava nas críticas e expressões agressivas. Uma agressividade natural, não era um tipo, era essencialmente Clodovil.
Humilhação, algo que não suportava, ou, super-estimava. Clô, se sentia humilhado por certas atitudes, que nós seres passíveis de uma cegueira social, não nos importamos.
Ele não deixava barato. Berrava o que considerava verdade, quase que nos obrigando a concordar. Não o fazia porque era mal, mas, porque acreditava no que dizia.
Acreditar...
ClodovilHernandez, aprendeu a acreditar e confiar apenas em si mesmo. Os demais ele sociabilizava, sem criar muitos laços. E esses, por vezes, lhe provavam que a desconfiança era válida.
Portanto, a opção de viver "só" foi puramente escolha. Se quisesse viver cercado de bajuladores falsos e hipócritas, era só começar a ocultar suas verdades. Mas, ele preferiu ser áspero e verdadeiro, a viver num mar cor-de-rosa e traiçoeiro.
Espero que tal escolha tenha o feito feliz. Pois, como ele eu também faço a opção do caminho da verdade, dura verdade, tão intensa e insuportável aos seres naturalmente fingidos, que a melhor companhia de quem opta por ela é a de si mesmo.
A sinceridade levou Clodovil à solidão, talvez, a mentira o trouxesse muitas companhias, e também, muita insatisfação.
Clô, vá em paz e encontre sua única e sincera amiga. Sua amada mãe. E na próxima vez que vier para esta dimensão, venha menos polêmico e sofrerás pouco.
Domingo, dia de assistir TV(ou não?), fui arrastada para uma festa cuja classificação mínima era 13 anos. Pensei, vou para uma creche ok?
Mas, no auge do "evento", a bandinha mais esperada da garotada, Bonde da Stronda, subiu ao palco falando mais palavrões que a imortal Derci, e tratando com "experiência" o SEXO.
Me irritei com as letras machistas das músicas, com as menininhas gritando para aqueles feiosos, mas, o pior estava por vir.
Por volta de 22h, começou o "super show" pornô da Gaiola das Popozudas. Nesse momento eu pensei que estivesse na festa errada. Na entrada das "divas" as calcinhas se foram, e os meninos de 13 anos quase enlouqueceram. A banalização do sexo está declarada, e a influência desse nas crianças anda muito precoce.
Porém, mesmo estimulando os pré-adolescentes a uma erupção, o maior erro da líder da Gaiola foi proferir esta frase:
"Não fume cigarro, fume maconha."
Que diabos foi aquilo! Era uma festa com 80% de menores de idade, e a obrigação dela era influencia-los a não fumar ABSOLUTAMENTE NADA.
Me desculpem por não saber o final. Depois de tal absurdo, juntei minha prole e FUI EMBORA.
Bufando obviamente.
Beijos e procurem saber quais os shows que andam oferecendo as crianças.
Muitas são as vezes em que acreditamos ver algo, mas, não enxergamos os pontos mais importantes daquilo. E o ver é confundido com o simples ato de olhar. Ultimamente, estamos todos olhando uns aos outros de maneira superficial. Ninguém mais se vê.
Não identificamos no próximo as tristezas, fraquezas, medos, e até mesmo a afeição.
Ah, o amor! Pobrezinho, de tanto viver olhando acabou cego.
Os enamorados, apaixonados contidos, e afins, já passam por uma cegueira clássica. Mas, o processo que antecede a paixão, a identificação, não está sendo visto como deveria.
Os antigos sinais que emitiam todos os verdadeiros interesses, não estão mais sendo compreendidos. E o motivo, é que o outro apenas OLHA. E quem só olha, não tem sensibilidade o suficiente para captar toda a intenção dos gestos.
A maioria de nós vive buscando a "tampinha do nosso pote", mas, do jeito em que estamos levando as relações pessoais, fica difícil encontra-la. Pois, a pessoa tão esperada pode estar ao nosso lado, e sermos cegos demais para notá-la.
Portanto, não importa estar somente de coração aberto. Precisamos abrir bem os olhos, ver os outros, e deixar sermos vistos também, e não apenas OLHADOS.
Quem beija com os olhos, nunca é rejeitado. Quem esquece de ver quem beija, jamais é amado.
Acredito que 75% da população já foi assaltada, e sabe o terror que isto é. Por isso, como participante dessa percentagem, mais uma vez, preciso dividir com vocês a invasão que eu e minha família passamos exatamente 5 vezes.
Hoje, por volta de 20:30, minha mãe e meus irmãos estavam voltando do super-mercado, quando na esquina da minha casa três homens em um outro veículo os "fecharam". Meu carrinho tinha 1 mês de uso, e estava recheado de comprinhas caras e gostosas. Até aí, nada de diferente dos outros cinco assaltados. Mas, não satisfeitos em apenas roubar o carro, a bolsa, as comprar e a nossa paz, resolveram "pedir" para os meus irmãos, de 14 e 13 anos, tirarem blusa e relógio.
Contudo isso, voltamos para casa semi-nus dos pés a cabeça. Chegamos desprovidos de alguns dos nossos bens, e principalmente com a nossa confiança no ser humano detonada.
"Mas, esse é o retrato da nossa gente fina né?" Seja lá em Gaza, ou, na minha esquina.
"Morte de menina de 5 anos choca moradores da Zona Oeste O corpo dela foi encontrado com sinais de violência sexual. Crime ocorreu na comunidade Caminho do Outeiro, em Curicica."
Quem não se choca com uma atrocidade dessa, a qual foi vítima, Vitória de Souza Santos de apenas 5 anos? A menina brincava em uma festa com os irmãos na última vez em que foi vista, por volta de 1h da manhã a mãe foi busca-los e não a encontrou mais. O sumiço e assassinato de Vitória, é mais um na "estatística" de crianças sequestradas, abusadas sexualmente e "fatalmente" mortas. Até quando os números crescerão? Será que o caso dessa menina ficará impune como o caso da curtibana de 9 anos, Rachel Maria Lobo? Porque, com a Dilma, possível candidata à presidência,que só viaja ao custo do governo divulgando seus filho PAC, e o Ronaldo ocupando todo o destaque da mídia, casos como esses só irão continuar apenas nas estatísticas e no arquivo dos NÃO SOLUCIONADOS.
Todos sabemos que a expectativa de vida está aumentando, por conta da medicina, mas, do que adianta a medicina evoluir se a população morre antes mesmo de vir a precisar dela. Não há como chegar aos 80 anos quando se morre aos 05.
Um dos maiores desejos da humanidade, é a plena independência. O conceito de independência está muito associado à o de liberdade. Mas, o SER independente é um SER realmente livre?
Até onde pode chegar a independência?
Todos sonhamos com o nosso espaço dentro da sociedade. Queremos ser independentes financeiramente, socialmente e até emocionalmente. Só que, o custo é bem mais alto do que podemos supor. Por exemplo, ao decidir ser independente da sua família, seguir seu caminho da forma como deseja, estará interferindo em todos os componentes do núcleo familiar. E assim poderá continuar "preso" à mera expectativas, ou, as dores do arrependimento.
Prisão e liberdade são antônimos bem conhecidos, e sabemos que onde há um o outro não existe.
Portanto, independentemesmo é a pessoa que consegue percorrer o trajeto da vida sem afobação e livre do super plano de independência adolescente. Pois, durante a busca de nos tornarmos "independentes", podemos acabar aprisionados a uma grande dependência;