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terça-feira, 27 de maio de 2008

Sejam bem- vindos a minha "make-up room"


"Nada como iniciar este blog com um assunto tão abstrato quanto o amor, para ser sincera não há nada que eu faça que não tenha a presença do mesmo."


No final tudo é amor.

Se me fosse dada a opção de escolher um único tema sobre o qual devesse escrever por toda minha vida, sem dúvidas optaria pelo amor e sua memorável arte de devanear e alegrar indivíduos. Faltou-me sensibilidade neste parágrafo, mas nem sempre tudo que se refere ao amor é sensível o bastante.
Quais são exatamente as formas de amor? Acredito que qualquer uma que traga consigo num mesmo "pacote" uma porção de lava vulcânica com toda sua beleza e seu ardor, acompanhada de um rocha gélida e concreta. Contraditório ? Assim vejo o amor. Por muitas vezes acolhe e por descuido e excessos fere.
Amor...amor, hoje muito se ouve e pouco se vê. As diversas maneiras de se amar e a facilidade com que nos amamos e desamamos atualmente me assusta, nem mesmo as famílias se amam de forma incondicional ou ao menos por todo o ano, no Natal geralmente os familiares se amam mais, será que sempre foi assim ou há algo de errado agora? Sinceramente não sei, mas acredito que o amor é o mesmo, apenas cada um de nós recebe uma fatia, que pode ser a boa ou a má do enorme bolo de chocolate com gengibre do amor.
Nas infinitas maneiras de amar encontramos o amor de mãe, de pai, de irmão, de casal, de amigos e muitos outros que são considerados indispensáveis em nossa sociedade, e é quase obrigatório que um filho ame os pais e vice-versa. É nesse momento, que o amor pode se misturar a uma série de outros sentimentos como a obrigação, e se esquece que até mesmo os pais devem conquistar o amor dos filhos não simplesmente traze-los ao mundo, o amor é uma semente que precisa ser plantada e regada sempre com a verdade. Se sua família te ama e merece seu amor, ame-a com toda a intensidade que puder mas, se há algo que não lhe agrada e não existe uma maneira de mudar isso, não simule o amor. A parte ruim de se amar é ter que amar.
Tanto foi dito sobre o amor na família que esqueci de destacar o amor carnal, o melhor e pior dos amores não é ? Quando desejamos outro alguém e amamos a companhia do mesmo, a vulnerabilidade é certa e o retorno nem sempre. O pior dos amores é o não correspondido, esse doí mesmo e dependendo da maneira que você tente superar ele causa dados irreversíveis e dizem que esse é do tipo que enlouquece. Morrer de amor, matar por amor, enlouquecer de amor? Em defesa do amor não acredito que tudo isso seja possível, mas por orgulho tenho certeza de que sim. Todos sonhamos com um amor correto, verdadeiro e nem sempre o encontramos, talvez o necessário é que sejamos nós os corretos da história e assim possamos encontrar um amor que seja ao menos de verdade.
Espero que não esteja parecendo que sou uma escritora compulsiva por questões amorosas ou uma mulher descrente no amor. Estou longe de desacreditar por mais que o mundo me teste todos os dias, eu sou feita de e para o amor. Amar é se expor, sem pseudônimos ou personagens e eu me exponho quando escrevo. Eu amo o que sou e este é o tipo de amor que ninguém pode nos tirar, o nosso amor próprio. Ame ao próximo que mereça o seu amor e deixe ser amada(o) por alguém que saiba o quanto merece.



Beijos com batom cor de rosa!

2 comentários:

Julia Braga ( PUC) disse...

Giuuu!!
Foi vc mesmo q escreveu isso?
Nossa eu sou uma péssima escritora...sério, as vezes me falta o sexto sentido da escrita!!
Gostei, não li td, mas li os dois últimos parágrafos! =DD

Saudades!!


Beijooos!!

Ballesté disse...

Bonito...:)